Tender com Mostarda e Mel

Mais uma receita típica de natal!

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de mel
  • Uva Itália (cerca de 15 grãos)
  • 200 g de cerejas frescas (ou em conserva)
  • 1 manga média cortada em cubos
  • 100 g de nozes picadas
  • Cravo-da-índia para decorar
  • Cebolinha verde picada para decorar
  • 1 Tender
  • Papel alumínio

Modo de Preparo

  1. Prepare uma mistura com a mostarda e o mel, mexa bem e reserve.
  2. Faça cortes quadriculares no tender, espete cravos nas junções e lambuze-o com a mistura de mostarda e mel. Leve ao forno preaquecido (180ºC) coberto com papel alumínio por 25 minutos. Vá regando o tender com o caldo que se formar no fundo.
  3. Retire o tender do forno e remova o papel alumínio. Junte parte das frutas (sem a calda) em torno dele para que sejam aquecidas também e volte ao fogo baixo por mais 10 minutos.
  4. Coloque o Tender em uma travessa, decore com o restante das frutas e a cebolinha e sirva.

Imagem e Fonte: http://acarnequeomundoprefere.com.br/receitas/tender-com-mostarda-e-mel

Pesquisadores desenvolvem “vacina” para abelhas

Cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, desenvolveram a primeira vacina comestível para abelhas contra infecções microbianas, na esperança de salvar pelo menos alguns dos polinizadores. Isso porque, um número crescente de abelhas morre a cada ano devido a pesticidas, habitats em extinção, má nutrição e mudanças climáticas, com consequências potencialmente desastrosas para a agricultura e a diversidade natural.

“Podemos estar agora em um ponto crítico, mesmo sem perceber”, disse Dalial Freitak, cientista chefe do projeto, em uma entrevista na quarta-feira. “Estamos tendo os serviços de polinização como garantidos há tanto tempo. Esses insetos não estão lá, estão desaparecendo”, comentou o pesquisador.

A primeira vacina inocula abelhas contra a foulbrood americana, uma doença disseminada globalmente que pode matar colônias inteiras e cujos esporos podem permanecer viáveis por mais de 50 anos. A tecnologia pode, no futuro, ser usada para combater doenças fúngicas e outras infecções bacterianas.

Nesse cenário, a vacina é administrada por meio de uma empada de açúcar comestível que está suspensa na colmeia para que a rainha consuma de sete a dez dias. Depois de ingerir os patógenos, ela é capaz de desencadear uma resposta imunológica em seus filhos, gerando uma colmeia protegida.

A vacina ainda precisa de muito trabalho antes de se tornar comercialmente disponível e os cientistas devem garantir que é seguro para o meio ambiente, para as próprias abelhas e para os seres humanos que consomem o mel. Os obstáculos regulatórios levarão anos para serem resolvidos, sendo que também é cedo para estimar quanto os apicultores terão que desembolsar para comprar colmeias inoculadas, disse Freitak.

A vacina ainda precisa de muito trabalho antes de se tornar comercialmente disponível e os cientistas devem garantir que é seguro para o meio ambiente, para as próprias abelhas e para os seres humanos que consomem o mel. Os obstáculos regulatórios levarão anos para serem resolvidos, sendo que também é cedo para estimar quanto os apicultores terão que desembolsar para comprar colmeias inoculadas, disse Freitak.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/pesquisadores-desenvolvem-vacina-para-abelhas-179020

Vitória proíbe agrotóxico que mais mata abelhas

A Câmara de Vereadores de Vitória, capital do Espírito Santo, aprovou o Projeto de Lei nº 102/2018, do vereador Fabrício Gandini (PPS), que proíbe o uso de agrotóxicos à base de neonicotinoide.

De acordo com o autor da proposta, o objetivo da proibição é impedir a morte de abelhas, visto que os agrotóxicos à base de neonicotinoide são extremamente letais para as colônias. Inclusive, este é um dos inseticidas mais usados no mundo -, o que não impediu todas as nações membros da União Europeia a também proibirem totalmente seu uso no início deste ano.

Um estudo recente sugere até que as abelhas estão ficando viciadas no neonicotinóide, que é uma classe de inseticida derivado da nicotina. “Eles descobriram que, embora as abelhas preferissem o alimento livre de pesticidas no início, com o tempo elas se alimentaram mais, exatamente, da comida com pesticidas”, afirma o estudo estudo produzido por uma equipe da Imperial College London e da Queen Mary University, ambas instituições britânicas.

Ainda segundo a pesquisa, as abelhas iam atrás dos alimentos com pesticidas mesmo quando as posições dos comedouros eram alteradas, sugerindo que elas conseguem detectar o pesticida dentro dos alimentos.

Em Vitória, um passo foi dado para reverter esse problema, enquanto há tempo. A lei já foi publicado no Diário Oficial.

Imagem e Fonte:  https://ciclovivo.com.br/planeta/meio-ambiente/vitoria-proibe-agrotoxico-mata-abelhas/

Bolacha de Mel

Entre no clima de natal e faça essas deliciosas bolachas de mel!

Ingredientes

  • 1/2 xícara de açúcar refinado
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de mel
  • 1/2 colher de café de noz-moscada em pó
  • 1/2 colher de café de cravo em pó
  • 1/2 colher de café de canela em pó
  • 1 unidade de Ovo
  • 1 unidade de gema
  • 1/2 xícara de chá de óleo
  • 1/2 xícara de chá de leite
  • 1 colher de sopa de sal amoníaco
  • 2 kg de farinha de trigo

 

Modo de Preparado

  1. Misture numa panela o açúcar refinado, o mascavo, o mel, a noz-moscada, o cravo e a canela e leve ao fogo. Misture com delicadeza até os ingredientes formarem um caldo homogêneo. Nunca deixe ferver.
  2. Numa bacia misture o ovo, a gema, o óleo, o leite e o sal amoníaco e bata tudo com um fouet (batedor especial). Adicione o caldo preparado na panela e dois terços da farinha, e continue batendo por alguns minutos. Cubra e deixe descansar por, ao menos, duas horas em temperatura ambiente.
  3. Retire e amasse adicionando aos poucos o restante da farinha, até a massa ficar homogênea.
  4. Estique-a com um rolo até formar uma camada de 3 a 4 milímetros.
  5. Após recortar a massa com forminhas de diferentes formatos, disponha as bolachas numa travessa coberta com papel manteiga e asse por 10 minutos a 180 graus.
  6. Use glacê real para decorar.

Imagem e Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/receitas-pratos/bolachas-de-mel/

Arábia Saudita aprova importação de mel do Brasil

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa¬) recebeu nesta segunda-feira (19) comunicado de que as autoridades sauditas aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de produtos apícolas (mel, propólis, cera).

A aprovação é fruto de gestões feitas pelo Mapa junto à Saudi Food and Drug Authority (SFDA), com apoio do adido agrícola no país, Marcelo Pinto. Missão técnica realizada ao país no último mês de outubro foi liderada pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel, quando houve avanços nas negociações com a SFDA.

É mais um mercado aberto para o Brasil, que auxilia na diversificação da pauta de produtos e na ampliação da participação do país no agronegócio internacional”, afirmou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do ministério, Odilson Ribeiro e Silva.

Segundo Odilson Silva, a próxima etapa é o envio da lista de estabelecimentos brasileiros que desejam exportar produtos apícolas à Arábia Saudita.

O processo se encontra-se no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) para oficializar o modelo de certificado.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/arabia-saudita-aprova-importacao-de-mel-do-brasil-178191

Colmeias inteligentes ajudam a frear o desaparecimento de abelhas

A redução na população de polinizadores no mundo inteiro vem acontecendo em níveis assustadores nas últimas décadas – e os seres humanos parecem não ter percebido a importância destes seres para garantir a segurança alimentar global. As abelhas são responsáveis pela polinização de um terço da oferta mundial de alimentos. Dos 100 tipos de colheita que alimentam 90% da população global, 70 são polinizados por elas.

A Oracle e o The World Bee Project anunciaram uma iniciativa inédita para facilitar a compreensão do desaparecimento de abelhas e a proteção da espécie. O novo programa usa tecnologia em nuvem para compreender os hábitos das abelhas.

Chamado de “The World Bee Project Hive Network”, o projeto coleta dados a partir de uma rede de colmeias conectadas. Em seguida, os dados serão enviados para o sistema da Oracle Cloud e avaliados com ferramentas de analytics como inteligência artificial (IA) e visualização de dados para dar aos pesquisadores novas informações sobre a relação entre as abelhas e o meio ambiente.

Por meio do projeto, os pesquisadores poderão “escutar” as abelhas – analisar dados acústicos complexos captados dentro das colmeias inteligentes, incluindo os movimentos de suas asas e patas. Com o auxílio de outras medições de alta precisão – incluindo temperatura, umidade e produção de mel – os pesquisadores poderão monitorar os enxames de perto, detectar padrões e prever comportamentos.

Assim, conservacionistas e apicultores poderão proteger as colônias e evitar, por exemplo, a enxameação na época errada ou protegê-las contra predadores como assustadora a vespa asiática. Os dados irão informar os apicultores sobre as diferentes condições das colônias ao longo do ano para ajudar no manejo das colmeias.

“A proteção das abelhas e de outros polinizadores pode ajudar na solução de problemas relacionados à pobreza e ao abastecimento global de alimentos, bem como na redução da perda de biodiversidade e dos danos aos ecossistemas”, explica Sabiha Rumani Malik, fundadora e presidente executiva do The World Bee Project CIC.

O projeto, segundo ela, irá conscientizar cada vez mais pessoas sobre a importância da preservação dos polinizadores, além de permitir pesquisas avançadas e ações em larga escala. “Quanto mais aprendermos sobre as relações entre polinização, alimentos e bem-estar humano, maior será o nosso empenho na proteção das abelhas e de outros polinizadores. Assim, ajudaremos na proteção do planeta e de nós mesmos”, completa.

Os dados e informações obtidos com o uso da Oracle Cloud serão disponibilizados para projetos de pesquisa e conservação voltados à proteção das abelhas no mundo todo. A iniciativa The World Bee Project Hive Network compartilha recursos e promove parcerias com o objetivo de aumentar seu impacto e criar ações mais abrangentes para a preservação das abelhas. No futuro, os parceiros esperam poder usar TI de ponta e outros conhecimentos para apoiar a intensificação ecológica.

Para John Abel, diretor de projetos da Oracle Cloud, “a tecnologia está mudando as regras das iniciativas de preservação”. “Com o uso de tecnologia de nuvem, o World Bee Project terá pela primeira vez acesso a informações globais e atualizadas sobre a saúde das abelhas. Os pesquisadores terão as informações necessárias para trabalhar junto a governos e apicultores para frear o declínio do número de abelhas no mundo todo”, aponta.

Imagem e Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mobilidade-urbana-smart-cities/135811-colmeias-inteligentes-ajudam-frear-desaparecimento-abelhas.htm

 

Colmeia Viva® divulga resultado de iniciativa de pesquisa

Os resultados de três anos do Colmeia Viva® MAP (Mapeamento de Abelhas Participativo), iniciativa de pesquisa com a participação da Unesp e UFScar para o levantamento de dados sobre a mortalidade de abelhas com um mapeamento inédito dos fatores que contribuem para a perda de colmeias e abelhas no Estado de São Paulo, permitem conclusões para um plano de ação nacional voltado às boas práticas de aplicação de defensivos agrícolas para uma relação mais produtiva entre agricultura e apicultura.

No período de agosto/2014 a agosto/2017 foram 222 atendimentos voltados aos agricultores e criadores de abelhas, sendo 107 visitas ao campo, onde foram analisadas as práticas agrícolas (cultivos do entorno, taxa de dependência de polinização, estágio da cultura, histórico e modalidade da aplicação de defensivos agrícolas, autorização e condições de uso para defensivos agrícolas) e práticas apícolas (alimentação suplementar, troca anual de rainha, quantidade de caixas por apiário, frequência de visitação, localização do apiário e pasto apícola).

Das 107 visitas realizadas, 88 possibilitaram coleta de abelha com uma análise mais focada na relação da agricultura e apicultura e a aplicação de defensivos agrícolas. Deste total de coleta, 29 casos resultaram negativo para resíduos de produtos químicos e 59 casos positivo para resíduos de produtos químicos.

Foram atendimentos de mortalidade de abelhas. Não foram observados sinais da Síndrome do Desaparecimento das Abelhas (CCD) como os sintomas característicos de colmeia desorganizada, com sujeira e completamente abandonada ou declínio da população de abelhas com desaparecimento repentino das operárias e enfraquecimento das colônias sem a presença de abelhas mortas. Fenômeno registrado principalmente no hemisfério norte, somente com abelhas Apis mellifera.

Dos 59 casos positivos para resíduos químicos, 27 atendimentos dos registros de mortalidade de abelhas indicaram uso dos produtos sem relação direta com o controle de pragas indicado para as lavouras, com suspeita de uso fora da lavoura, como por exemplo: criação de gado, abelhas visitando a área de alimentação de bovinos (em busca de água ou alimento), controle de carrapatos em região de criação de cavalos ou mesmo controle de formigas e cupins pelo apicultor, através da aplicação de produtos químicos – tanto nas caixas como no entorno do apiário. Já em 21 atendimentos, houve uma relação direta de aplicação incorreta de defensivos agrícolas nas lavouras. Entre as práticas de uso incorreto de defensivos agrícolas que estão entre as causas que podem provocar a perda de abelhas destacam-se: dosagens acima das recomendações indicadas em rótulo e bula; falta do cumprimento das exigências legais para a aplicação de defensivos agrícolas com vistas à proteção ao cultivo nas modalidades aprovadas (aérea ou terrestre); falta de formalização do pasto apícola; emprego incorreto da modalidade de aplicação sem a autorização ou registro de produtos para cultura agrícola.

A metade dos casos com resíduos químicos associados ao uso incorreto na lavoura tem a presença de inseticidas do grupo químico dos neonicotinoides (11 casos) com foco na cultura de cana-de-açúcar. Vale ressaltar também que são estes casos em que há relação com pulverização aérea: uma prática autorizada para este cultivo de acordo com as orientações de cada produto em suas bulas. Já 10 casos de uso incorreto na lavoura estão associados ao inseticida do grupo químico pirazol, sem relação com pulverização aérea, tratando-se de casos em cana, laranja, café e eucalipto.

Já os casos com suspeita de uso incorreto fora da lavoura tem a presença majoritária de inseticida do grupo químico pirazol, dentre eles um caso associado com fungicida do grupo químico triazol e outro com o inseticida do grupo químico organofosforado.

Os demais 11 atendimentos representam análises inconclusivas, uma vez que apesar de ter sido detectada mortalidade acima do normal, não foi possível concluir sobre os fatores causadores de perda das abelhas, em decorrência do estado de decomposição das abelhas mortas e do tempo transcorrido para análise nas abelhas.

Já entre os casos em que os resultados de resíduos foram negativos (29 casos), é possível considerar que algumas práticas apícolas podem estar também relacionadas a questão de enfraquecimento e aumento da suscetibilidade das abelhas, tais como a falta de alimentação suplementar (quase 70% dos casos); a falta de troca anual de rainha, como recomendado (quase 80% dos casos), o limite de caixas por apiário acima de 50 caixas como recomendado (quase 45% dos casos); a baixa frequência de visitação aos apiários, cuja recomendação mínima é semanal (quase 25%) e a instalação de apiários próximos a culturas, quando a recomendação é um limite com distância mínima de 50 metros fora das plantações e 20 metros para dentro da mata.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/colmeia-viva-divulga-resultado-de-iniciativa-de-pesquisa-175292

Sombreamento natural desenvolve abelhas mais rápido e melhora qualidade do mel

Abelhas precisam de sombra e água fresca. Estudo conduzido pela pesquisadora Maria Teresa Rêgo, da Embrapa Meio-Norte (PI), revelou que o sombreamento das colmeias e a presença de água nas proximidades favorecem o desenvolvimento das colônias e a qualidade do mel. Um dos resultados mais expressivos dessa pesquisa mostrou que o sombreamento natural, com árvores, ajudou na ampliação rápida da área de cria. Essa área corresponde ao favo, no qual as crias se desenvolvem. A melhor faixa de temperatura para o desenvolvimento delas é entre 30 e 35 graus Celsius.

“Em uma colônia, as operárias trabalham para manter essa faixa de temperatura ideal às crias, seja aquecendo o ninho, quando ocorrem temperaturas baixas, seja resfriando, no caso de temperaturas elevadas”, explica a cientista. Segundo ela, quanto mais a colônia de abelhas estiver exposta a temperaturas que se distanciam dessa faixa, maior será o trabalho das operárias para manter um clima ideal e estabelecer a termorregulação. O trabalho das operárias no aquecimento ou resfriamento do ninho afeta o desenvolvimento das colônias.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/sombreamento-natural-desenvolve-abelhas-mais-rapido-e-melhora-qualidade-do-mel-173508

Apicultores colhem uma das melhores safras de mel

As condições climáticas favoráveis que marcaram a primavera e o verão, influenciaram diretamente e proporcionaram excelentes floradas e, com isso, após algumas safras com quebra, os apicultores de Venâncio Aires registram uma safra cheia na primeira colheita do ano, que foi encerrada ainda em abril. A segunda ocorre nos meses da primavera. Como as floradas foram excelentes, não faltou o néctar para as abelhas produzirem o mel e segundo os próprios apicultores, esta é talvez, uma das melhores safras já colhidas.

Com uma casa de mel localizada na Vila Deodoro, o casal Vilson e Cléria Posselt Schlosser, conta com um total de 250 colmeias, que renderam em média, 22 quilos por caixa. Além disso, eles colheram um mel de excelente qualidade e com alta taxa de glicose. ‘O que também influenciou para a excelente qualidade do mel foi que o colhemos com tempo bom, temperaturas altas, e com isso, ele também não pegou umidade’, salienta Schlosser.

Imagem e Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/apicultores-colhem-uma-das-melhores-safras-de-mel-171750

Apicultura será representada no Conselho Estadual de Política Agrícola

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) iniciou os procedimentos para a criação da Câmara Técnica Setorial do Mel e Produtos das Abelhas. A proposta é que ela entre em funcionamento em abril deste ano e seja composta por 21 assentos, divididos entre as instituições do setor privado que atuam no segmento (50 por cento mais um) e o restante repartido entre as instituições do setor público.

Segundo o Secretário de Agricultura Pedro Leitão, a instalação da câmara técnica é uma reivindicação antiga dos apicultores. “A câmara é o fórum legítimo e representativo do setor e tem a função de atuar como ouvidoria e, também, ser propositiva e deliberativa para a solução dos entraves que afetam a cadeia produtiva”, explica.

Atualmente, 16 câmaras técnicas e setoriais estão representadas no Conselho Estadual de Política Agrícola (Cepa) e operam no Sistema da Agricultura em Minas Gerais abrangendo os setores da cachaça de alambique; café; floricultura; fruticultura; grãos; olericultura; silvicultura; aquacultura; avicultura; bovinocultura de corte; bovinocultura de leite; equideocultura; ovino e caprinocultura; suinocultura; defesa agropecuária; seguro e crédito rural.

“As contribuições dos Conselheiros do Cepa e das Câmaras Técnicas são de grande importância pois produzem demandas cruciais para a formulação de políticas públicas na agropecuária. Por isso, é fundamental que os representantes de todas as cadeias produtivas estejam presentes”, reforça o secretário Pedro Leitão, presidente do Cepa.

Imagem e Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/apicultura-sera-representada-no-conselho-estadual-de-politica-agricola-170245