Frango Assado com Mel

Ingredientes

1 quilo de frango(aqui usamos as asas e coxinhas)

1/2 copo de manteiga

3 colheres de mostarda de primeira

3 colheres de mel

Sal o quanto baste

Pimenta do reino a gosto

1 colher de café de curry

 

Modo de Preparo

Pré aqueça o forno a 180 graus.
Misture todos os temperos até homogenizar e esfregue nos pedaços de frango até que fiquem totalmente untados.
Disponha os pedaços de frango numa assadeira anti aderente e leve ao forno por uma hora ou até atingir o ponto desejado, que deve ser bem dourado e molhadinho.
Sirva com arroz branco e salada.

Imagem e Fonte: http://gshow.globo.com/receitas-gshow/receita/frango-assado-com-mel-mostarda-e-curry-50b9f7b34d09381e46000041.html

Plataforma digital cria rede de apicultores

A tecnologia aliada à uma nova cultura colaborativa pode ajudar a fortalecer a apicultura e proteger as abelhas no Brasil. Essa é a proposta da geoApis, uma plataforma digital inovadora que cria uma rede integrando associações apícolas e produtores de mel. A ferramenta permite o compartilhamento de informações de forma colaborativa, contribuindo para a profissionalização e melhor eficiência dos apiários.

A geoApis é um novo sistema de informação comunitária desenvolvido pela Associação Brasileira de Estudo das Abelha (A.B.E.L.H.A.) em parceria com o Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA) e MD Educação Ambiental. O sistema, acessível via site na internet e aplicativo móvel, nesta etapa piloto, está sendo construída em parceria com associações apícolas do Estado de São Paulo.

Por meio da participação voluntária, os produtores das associações participantes fornecem, via aplicativo móvel (disponível apenas para sistema Android), a localização de seus apiários e informações básicas, como a quantidade de colmeias, se são fixos ou migratórios e floradas nos arredores. Esses dados são visualizados em um mapa online que servirá de base para geração de informações técnicas, realizada pela equipe da geoApis, que será disponibilizada aos apicultores.

Decisões mais assertivas

Com apoio de ferramentas de georrefereciamento e metodologias científicas, o time de consultores analisa os dados dos apiários e a vegetação disponível nos arredores. Comparando com a localização de colmeias de outros produtores locais, é possível avaliar se há superpovoamento de colmeias nos arredores ou carência de pasto apícola, condições que comprometem a produtividade. Também é possível avaliar quais são as lavouras presentes no entorno, o que pode ajudar na construção de um diálogo entre agricultores e produtores de mel.

Feitas as análises, são organizadas as discussões colaborativas com os apicultores e associações apontando o que pode ser melhorado – incluindo a indicação de novas áreas para instalação dos apiários. O diferencial da geoApis está nesse trabalho presencial e em conjunto com os produtores e associações. Esse contato é contínuo.

A decisão sobre o local de instalação das colmeias é uma das mais importantes para o sucesso da atividade. Agora, com a geoApis, os apicultores poderão decidir em conjunto e elevar a produtividade.

“A dinâmica da geoApis é a mesma de aplicativos colaborativos, como Waze e Foursquare, que criam uma rede que potencializa o senso de comunidade. Quanto mais participantes, mais profundos serão os conhecimentos gerados”, explica Ana Assad, diretora-executiva da A.B.E.L.H.A. “Com mais informações em mãos, os apicultores e meliponicultores conseguem tomar melhores decisões e aprimorar o diálogo nas associações e com os agricultores.”

“Um diferencial da plataforma é que ela é fruto da colaboração com as entidades, apicultores e comunidade científica, compondo uma rede humana que pode provocar grandes transformações no setor e fomentar desenvolvimentos futuros”, comenta Dora Canhos, diretora associada do CRIA.

Os produtores decidem se as informações de seus apiários serão públicas (visíveis para os demais membros da associação e para o público em geral) ou não. “Muitos produtores ainda são reticentes em informar a localização de suas colmeias por diversas questões. Mas esperamos que a geoApis ajude a mudar essa cultura, o que colaboraria muito com o desenvolvimento da atividade. Inclusive, com a construção de uma convivência mais harmônica entre apicultura e agricultura”, avalia Ana Assad.

Outras funcionalidades

A plataforma também oferece uma interface de acesso público (www.abelha.org.br/geoapis) com um mapa online que apresenta informações derivadas dos dados de georreferenciamento dos apiários. O mapa permite conhecer a quantidade de produtores, apiários e colmeias por município (mas a localização e dados de cada apiário não são fornecidos), além de identificar regiões de produção de mel e outros produtos apícolas e municípios onde existem associações de apicultores organizadas. Futuramente esse mapa online poderá subsidiar a definição de políticas públicas para potencializar a conservação da biodiversidade.

Na interface pública, o usuário também tem acesso a informações que podem estimular a profissionalização dos produtores. Há diversos materiais educativos sobre abelhas, boas práticas de manejo apícola, associativismo, guia de plantas visitadas pelos polinizadores, entre outros temas. Há também uma ampla biblioteca com a legislação da atividade e outras publicações sobre apicultura e meliponicultura.

Imagem e Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/plataforma-digital-cria-rede-de-apicultores-e-contribui-para-boas-praticas-no-campo-168575

Mel brasileiro se destaca no mundo

A própolis verde, produzida somente em Minas Gerais, chega a atingir mais de US$ 100 por quilo, enquanto o mel in natura recebe, em média, US$ 4 por quilo. O produto já tem certificação de indicação geográfica, e em breve contará com um selo de garantia da origem e qualidade. Em 2016, o setor faturou mais de R$ 470 milhões. O país exportou, naquele ano, segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), mais de 24 mil toneladas.

Própolis verde tem origem na floração do alecrim-do-campo, nativo em regiões de mineração de ferro. A produção tem a ver com altitude, temperatura e tipos de abelhas. Muito comum no Sul, Zona da Mata e parte de São Paulo.

O mel brasileiro e seus derivados são considerados entre os mais puros do mundo e têm grande aceitação nos mercados europeu e norte-americano. “O mel brasileiro é orgânico e um dos melhores do mundo, pela alta qualidade”, atesta Andresa Aparecida Berretta, vice-presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel).

Foto e Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/mel-brasileiro-se-destaca-no-mundo-168044

Sorvete de banana com canela, mel e cacau

Verão e nada melhor que fazer aquele sorvete para refrescar. Que tal essa receita saborosa?

Ingredientes:
1/2 dúzia de banana prata picada
1/4 de suco de limão
1/2 colher (sopa) de canela
Mel
Cacau

Modo de Preparo:
Coloque a banana picada em um recipiente e leve ao congelador. Após congelada, bata no mix e adicione o suco de limão e a canela. Sirva ou leve novamente ao congelador.

Fonte: https://www.guiadasemana.com.br/receitas/galeria/8-receitas-doces-e-salgadas-com-mel

Conheça os principais tipos de méis e suas utilidades

O Brasil é um país rico na biodiversidade de sua flora e com isso muitos produtos podem ser retirados da natureza, por animais ou insetos. Um desses alimentos é o mel, que é retirado de flores pelas abelhas no processo de polinização, ela garante a produção de frutos e sementas e a reprodução de diversas plantas

Os méis são produzidos tanto por abelhas sem e com ferrão (a Apis Melifera), porém eles possuem algumas diferenças em sua produção. Segundo Luís Claudio, gerente de produção da Apis Flora, as espécies são criadas de formas diferentes pelos apicultores e quem prova seus meles sentem a diferença na hora, já que um é mais ácido que o outro e na coloração percebe-se um tom mais escuros e com um sabor mais forte.

“O Brasil é muito rico em flores em que as abelhas coletam o néctar das mesmas para produzir mel. O mais conhecido é o de Laranjeiro, que possui uma coloração e aroma bem agradáveis, que são valorizados pelo consumidor” afirmou Luis Claudio, Gerente de Produção da Apis Flora.

A produção de mel pelas abelhas varia com a flor polinizada, com isso cada florada possui aspectos específicos. As mais comuns são:

Mel de Apis Melifera:
• De Laranjeira: claro, com aroma e coloração muito valorizado pelo brasileiro. Onde encontrar: São Paulo e Minas Gerais
• De Eucalipto: relativamente escuro, geralmente usado como expectorante e rico em minerais. Onde encontrar: região Sul e Sudeste
• De Cipó-uva: agrada os consumidores pela coloração e aroma. Onde encontrar: Cerrado
• De Bracatinga: produzido a partir de insetos sugadores que secretam um líquido açucarada no tronco da Bracatinga, nativa da região Sul. Mel mais escuro, rico em minerais, amargo e muito autêntico.

Mel de abelhas sem ferrão:
• De Uruçu: Produzindo na região Nordeste, é um mel amarelado e levemente ácido.
• De Mandaçaia: produzido nas regiões Sul e Sudeste, mel claro, com sabor do material de construção utilizado nas colmeias
• De Borá: produzido da região Sudeste, levemente salgado ótimo para temperar saladas;
• De Jandaíra: produzido na região Nordeste, levemente ácido, utilizado como produto medicinal.

Fone: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/conheca-os-principais-tipos-de-meis-e-suas-utilidades-166691

Morte de abelhas cresce no Brasil e preocupa

O aumento no relato de casos de morte de abelhas no Brasil tem colocado pesquisadores e apicultores em alerta, já que pode afetar a produção de mel e a polinização de diversas culturas.

Preservá-las não é importante somente pela manutenção da produção de mel, mas sobretudo da polinização, fundamental para uma série de culturas, como girassol, melão, café, morango, soja. “Isso representa US$ 6 bilhões por ano só no Brasil”, diz o biólogo. “É nossa principal preocupação”, diz o biólogo da Embrapa Amazônia Oriental e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), Cristiano Menezes.

Até dezembro do ano passado, a morte de 1 bilhão de abelhas havia sido notificada por meio de 300 ocorrências no aplicativo Bee Alert. Criado há três anos pelo fundador da Organização de Proteção às Abelhas – Bee or not to bee, Lionel Gonçalves, o aplicativo permite que os apicultores informem a morte de abelhas, o prejuízo estimado e a provável causa. “Esse número é subestimado. Neste ano, o número de casos deverá ser maior, temos recebido tantas ocorrências que não estamos dando conta de processar”, afirma Gonçalves.

O dado obtido no Brasil equivale a 20 mil colméias, das quais 87% são de abelhas do tipo apis melifera- abelha que produz mel – e 13% de abelhas sem ferrão (meliponiferas) e será atualizado em dois meses, quando uma tese de doutorado, orientada por Gonçalves, divulgará dados atualizados sobre a questão. O site do aplicativo indicava 309 casos registrados e 24,6 mil colmeias afetadas.

Produtores de 20 Estados notificaram casos por meio do aplicativo, mas, segundo o pesquisador, o maior número de casos ocorre em São Paulo. “É um Estado que tem uma grande quantidade de culturas e com um uso mais frequente de controle com agroquímicos”, explica. Ele aponta a pulverização aérea nas lavouras entre as prováveis causas da morte dos insetos. Desmatamentos e queimadas também estão entre as razões.

Menezes, alguns avanços já estão em curso para evitar a morte de abelhas no País. Em fevereiro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou a Instrução Normativa Nº 2, que determina a mudança nas regras de registro de agrotóxicos.

O texto prevê que, para que o registro seja concedido, os produtos passarão por uma análise para que seja identificado se eles causam riscos às abelhas. “A ideia é que os produtos sejam banidos isso se confirmar”, diz Menezes. “Mas não acredito que o problema esteja na pulverização em si, mas em fazer isso sem seguir as orientações”, salienta.

A Apis Flora, empresa que atua com produtos à base de mel e própolis, está desenvolvendo um estudo em parceria com a USP para gerar dados que permitam o fomento à polinização. “Nosso objetivo é que os produtores tenham capacitação e possam fazer um manejo agrícola adequado a partir dessas informações”, afirma a Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Andressa Berretta

De acordo com Gonçalves, o Brasil conta com aproximadamente 3 milhões de colônias de abelhas de 3 mil espécies de abelhas. Cada colméia tem em torno de 60 mil abelhas.

Gonçalves estima que a produção brasileira de mel supere as 50 mil toneladas por ano e o que o País tenha 300 mil produtores. No ano passado, o País exportou 24,2 mil toneladas e faturou US$ 92 milhões.

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/morte-de-abelhas-cresce-no-brasil-e-preocupa-165711

Perdas de abelhas ameaçam exportações de mel

Em todo o ano de 2016, as exportações chegaram a pouco mais de 24 mil toneladas, com um faturamento de 92 milhões de dólares. O maior importador foram os Estados Unidos. A informação é do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O mel é o mais importante produto apícola da pauta de exportação brasileira. De Norte a Sul do País, a produção de mel é uma atividade que se mantém firme. Em 2016, segundo o IBGE, o Brasil produziu quase 40 mil toneladas. Cinco estados ficaram no pelotão de frente: Rio Grande do Sul (6.283 toneladas), Paraná (5.992 toneladas), Minas Gerais (4.906 toneladas) e São Paulo (3.642 toneladas). O Piauí ficou em sétima posição com 3.048 toneladas.

Mas o desaparecimento das abelhas, fenômeno que ocorre hoje em todo o mundo, e que assusta cientistas e apicultores, pode mudar a posição de destaque do Brasil no ranking dos produtores e exportadores de mel. O pesquisador Bruno Souza, da Embrapa Meio-Norte, acha que o sinal de advertência está ligado e que a situação é preocupante para toda a cadeia apícola.

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/perdas-de-abelhas-ameacam-exportacoes-de-mel-164351

Pernil de Vitela com Mel e Limão

Ingredientes:
1 pernil de 3 kg, aproximadamente
Alecrim (a gosto)
2 kg de batatas inglesas com casca, cortadas em rodelas finas
Suco de 2 limões
4 colheres (sobremesa) de mel (se preferir, acrescente mais)
1/2 copo de vinho branco
Pimenta-do-reino (a gosto)
1 laranja
Sal (a gosto)

 

Modo de Preparo:
Tempere o pernil com o sal, o limão, o suco de laranja, o mel e a pimenta-do-reino. Faça pequenos furos na superfície da carne e coloque os ramos de alecrim. Ao redor, coloque as batatas e tempere com os mesmos ingredientes. Regue com o vinho branco e o azeite. Leve ao forno preaquecido a 230 graus, coberto com papel-alumínio. Deixe assar por 2 horas e 30 minutos, abaixe o forno e vá regando, com o próprio caldo, aos poucos. Retire o papel-alumínio e volte ao forno por mais 30 minutos, para dourar. Continue regando sempre, para que não resseque. Retire o pernil e as batatas do forno e deglaceie a assadeira com um pouco de água para formar o molho. Coloque a carne e as batatas em uma travessa, cubra com o molho e sirva a seguir. Vale lembrar que o tempo de cozimento varia de acordo com o tamanho do pernil e pode variar também de forno para forno. Cheque de tempos em tempos se a carne já está assada ou se está ficando ressecada.

Fonte: https://www.guiadasemana.com.br

Apicultora tira fotos de sua gravidez coberta com 20 mil abelhas

Uma apicultora americana celebrou sua quarta gravidez tirando fotos coberta com 20 mil abelhas.

Emily Mueller, moradora do Estado de Ohio, contou que foi seu pai que a ensinou apicultura. Para ela, as abelhas representam a vida e a morte.

“As abelhas apareceram na minha vida quando perdi uma gravidez. Foi a segunda vez que isso aconteceu e est&aacutaacute;vamos tentando engravidar”, contou ao site “InsideEdition”. “Eu queria encontrar uma saída para toda a emoção que enfrentei. Foi quando tudo parecia se encaixar para mim. Quando as abelhas surgiram na minha vida”.

Mueller, 33 anos, chamou um amigo fotógrafo para registrá-la coberta com as abelhas. As fotos fizeram muito sucesso nas redes sociais, com mais de 2 milhões de visualizações.

Claro que muita gente criticou Mueller, mas a apicultora contou que consultou três médicos diferentes antes de fazer o ensaio fotográfico. Mesmo assim, ela diz que não teme estar coberta com abelhas, já que sabe exatamente como seu corpo responde às ferroadas.

Inclusive durante as fotos, ela levou três ferroadas quando, sem querer, se sentou sobre uma abelha.

Mueller espera que suas fotos sirvam para divulgar a importância das abelhas que produzem mel.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2017/09/04/apicultora-tira-fotos-de-sua-gravidez-coberta-com-20-mil-abelhas.htm

App brasileiro para proteger abelhas

Alunos brasileiros ficaram entre os melhores na competição Space Apps Challenge – Hackathon, promovida pela Nasa.

A ideia era que os grupos participantes ajudassem na resolução de problemas globais. Os brasileiros, que são da Universidade Impacta, de São Paulo, criaram um aplicativo para proteção de abelhas, que são importantes na polinização e manutenção da flora.

Segundo Julio Cesar dos Santos o problema é que ao se desesperarem com as “invasoras”, as pessoas acabam tentando espantá-las da forma errada, o que é muito prejudicial e pode resultar na morte de grande parte da colmeia.

O aplicativo, chamado de BeeBox, tem o intuito de realocar as abelhas com ajuda de ONGs.

“A pessoa deve tirar uma foto da colmeia. Com isso, o app identifica a espécie do inseto por reconhecimento de imagem. A partir de outras informações captadas pelo celular, como a localização, ele a relaciona o local que a pessoa está com outro próximo que tenha um clima parecido, no qual as abelhas possam viver bem”, explica Julio Cesar.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2017/08/14/app-brasileiro-para-proteger-abelhas-e-destaque-na-nasa/