Médico encontra abelhas vivendo dentro do olho de mulher

Médicos encontraram quatro abelhas vivas dentro do olho de uma mulher em Taiwan, o primeiro incidente do tipo registrado na ilha.

A mulher de 28 anos, identificada somente como “senhora He”, estava arrancando ervas daninhas próximas a túmulos de parentes quando os insetos voaram em direção ao seu olho esquerdo.

Hong Chi Ting, médico do Hospital Universitário de Fooyin, onde ela foi atendida, disse à BBC News que ficou “chocado” quando puxou os insetos de 4 milímetros.

He já recebeu alta e a expectativa é de que tenha uma recuperação completa.

Imagem e Fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/11/medico-encontra-quatro-abelhas-vivendo-dentro-do-olho-de-mulher-em-taiwan.ghtml

Pesquisadores desenvolvem “vacina” para abelhas

Cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, desenvolveram a primeira vacina comestível para abelhas contra infecções microbianas, na esperança de salvar pelo menos alguns dos polinizadores. Isso porque, um número crescente de abelhas morre a cada ano devido a pesticidas, habitats em extinção, má nutrição e mudanças climáticas, com consequências potencialmente desastrosas para a agricultura e a diversidade natural.

“Podemos estar agora em um ponto crítico, mesmo sem perceber”, disse Dalial Freitak, cientista chefe do projeto, em uma entrevista na quarta-feira. “Estamos tendo os serviços de polinização como garantidos há tanto tempo. Esses insetos não estão lá, estão desaparecendo”, comentou o pesquisador.

A primeira vacina inocula abelhas contra a foulbrood americana, uma doença disseminada globalmente que pode matar colônias inteiras e cujos esporos podem permanecer viáveis por mais de 50 anos. A tecnologia pode, no futuro, ser usada para combater doenças fúngicas e outras infecções bacterianas.

Nesse cenário, a vacina é administrada por meio de uma empada de açúcar comestível que está suspensa na colmeia para que a rainha consuma de sete a dez dias. Depois de ingerir os patógenos, ela é capaz de desencadear uma resposta imunológica em seus filhos, gerando uma colmeia protegida.

A vacina ainda precisa de muito trabalho antes de se tornar comercialmente disponível e os cientistas devem garantir que é seguro para o meio ambiente, para as próprias abelhas e para os seres humanos que consomem o mel. Os obstáculos regulatórios levarão anos para serem resolvidos, sendo que também é cedo para estimar quanto os apicultores terão que desembolsar para comprar colmeias inoculadas, disse Freitak.

A vacina ainda precisa de muito trabalho antes de se tornar comercialmente disponível e os cientistas devem garantir que é seguro para o meio ambiente, para as próprias abelhas e para os seres humanos que consomem o mel. Os obstáculos regulatórios levarão anos para serem resolvidos, sendo que também é cedo para estimar quanto os apicultores terão que desembolsar para comprar colmeias inoculadas, disse Freitak.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/pesquisadores-desenvolvem-vacina-para-abelhas-179020

Vitória proíbe agrotóxico que mais mata abelhas

A Câmara de Vereadores de Vitória, capital do Espírito Santo, aprovou o Projeto de Lei nº 102/2018, do vereador Fabrício Gandini (PPS), que proíbe o uso de agrotóxicos à base de neonicotinoide.

De acordo com o autor da proposta, o objetivo da proibição é impedir a morte de abelhas, visto que os agrotóxicos à base de neonicotinoide são extremamente letais para as colônias. Inclusive, este é um dos inseticidas mais usados no mundo -, o que não impediu todas as nações membros da União Europeia a também proibirem totalmente seu uso no início deste ano.

Um estudo recente sugere até que as abelhas estão ficando viciadas no neonicotinóide, que é uma classe de inseticida derivado da nicotina. “Eles descobriram que, embora as abelhas preferissem o alimento livre de pesticidas no início, com o tempo elas se alimentaram mais, exatamente, da comida com pesticidas”, afirma o estudo estudo produzido por uma equipe da Imperial College London e da Queen Mary University, ambas instituições britânicas.

Ainda segundo a pesquisa, as abelhas iam atrás dos alimentos com pesticidas mesmo quando as posições dos comedouros eram alteradas, sugerindo que elas conseguem detectar o pesticida dentro dos alimentos.

Em Vitória, um passo foi dado para reverter esse problema, enquanto há tempo. A lei já foi publicado no Diário Oficial.

Imagem e Fonte:  https://ciclovivo.com.br/planeta/meio-ambiente/vitoria-proibe-agrotoxico-mata-abelhas/

Colmeias inteligentes ajudam a frear o desaparecimento de abelhas

A redução na população de polinizadores no mundo inteiro vem acontecendo em níveis assustadores nas últimas décadas – e os seres humanos parecem não ter percebido a importância destes seres para garantir a segurança alimentar global. As abelhas são responsáveis pela polinização de um terço da oferta mundial de alimentos. Dos 100 tipos de colheita que alimentam 90% da população global, 70 são polinizados por elas.

A Oracle e o The World Bee Project anunciaram uma iniciativa inédita para facilitar a compreensão do desaparecimento de abelhas e a proteção da espécie. O novo programa usa tecnologia em nuvem para compreender os hábitos das abelhas.

Chamado de “The World Bee Project Hive Network”, o projeto coleta dados a partir de uma rede de colmeias conectadas. Em seguida, os dados serão enviados para o sistema da Oracle Cloud e avaliados com ferramentas de analytics como inteligência artificial (IA) e visualização de dados para dar aos pesquisadores novas informações sobre a relação entre as abelhas e o meio ambiente.

Por meio do projeto, os pesquisadores poderão “escutar” as abelhas – analisar dados acústicos complexos captados dentro das colmeias inteligentes, incluindo os movimentos de suas asas e patas. Com o auxílio de outras medições de alta precisão – incluindo temperatura, umidade e produção de mel – os pesquisadores poderão monitorar os enxames de perto, detectar padrões e prever comportamentos.

Assim, conservacionistas e apicultores poderão proteger as colônias e evitar, por exemplo, a enxameação na época errada ou protegê-las contra predadores como assustadora a vespa asiática. Os dados irão informar os apicultores sobre as diferentes condições das colônias ao longo do ano para ajudar no manejo das colmeias.

“A proteção das abelhas e de outros polinizadores pode ajudar na solução de problemas relacionados à pobreza e ao abastecimento global de alimentos, bem como na redução da perda de biodiversidade e dos danos aos ecossistemas”, explica Sabiha Rumani Malik, fundadora e presidente executiva do The World Bee Project CIC.

O projeto, segundo ela, irá conscientizar cada vez mais pessoas sobre a importância da preservação dos polinizadores, além de permitir pesquisas avançadas e ações em larga escala. “Quanto mais aprendermos sobre as relações entre polinização, alimentos e bem-estar humano, maior será o nosso empenho na proteção das abelhas e de outros polinizadores. Assim, ajudaremos na proteção do planeta e de nós mesmos”, completa.

Os dados e informações obtidos com o uso da Oracle Cloud serão disponibilizados para projetos de pesquisa e conservação voltados à proteção das abelhas no mundo todo. A iniciativa The World Bee Project Hive Network compartilha recursos e promove parcerias com o objetivo de aumentar seu impacto e criar ações mais abrangentes para a preservação das abelhas. No futuro, os parceiros esperam poder usar TI de ponta e outros conhecimentos para apoiar a intensificação ecológica.

Para John Abel, diretor de projetos da Oracle Cloud, “a tecnologia está mudando as regras das iniciativas de preservação”. “Com o uso de tecnologia de nuvem, o World Bee Project terá pela primeira vez acesso a informações globais e atualizadas sobre a saúde das abelhas. Os pesquisadores terão as informações necessárias para trabalhar junto a governos e apicultores para frear o declínio do número de abelhas no mundo todo”, aponta.

Imagem e Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mobilidade-urbana-smart-cities/135811-colmeias-inteligentes-ajudam-frear-desaparecimento-abelhas.htm

 

Colmeia Viva® divulga resultado de iniciativa de pesquisa

Os resultados de três anos do Colmeia Viva® MAP (Mapeamento de Abelhas Participativo), iniciativa de pesquisa com a participação da Unesp e UFScar para o levantamento de dados sobre a mortalidade de abelhas com um mapeamento inédito dos fatores que contribuem para a perda de colmeias e abelhas no Estado de São Paulo, permitem conclusões para um plano de ação nacional voltado às boas práticas de aplicação de defensivos agrícolas para uma relação mais produtiva entre agricultura e apicultura.

No período de agosto/2014 a agosto/2017 foram 222 atendimentos voltados aos agricultores e criadores de abelhas, sendo 107 visitas ao campo, onde foram analisadas as práticas agrícolas (cultivos do entorno, taxa de dependência de polinização, estágio da cultura, histórico e modalidade da aplicação de defensivos agrícolas, autorização e condições de uso para defensivos agrícolas) e práticas apícolas (alimentação suplementar, troca anual de rainha, quantidade de caixas por apiário, frequência de visitação, localização do apiário e pasto apícola).

Das 107 visitas realizadas, 88 possibilitaram coleta de abelha com uma análise mais focada na relação da agricultura e apicultura e a aplicação de defensivos agrícolas. Deste total de coleta, 29 casos resultaram negativo para resíduos de produtos químicos e 59 casos positivo para resíduos de produtos químicos.

Foram atendimentos de mortalidade de abelhas. Não foram observados sinais da Síndrome do Desaparecimento das Abelhas (CCD) como os sintomas característicos de colmeia desorganizada, com sujeira e completamente abandonada ou declínio da população de abelhas com desaparecimento repentino das operárias e enfraquecimento das colônias sem a presença de abelhas mortas. Fenômeno registrado principalmente no hemisfério norte, somente com abelhas Apis mellifera.

Dos 59 casos positivos para resíduos químicos, 27 atendimentos dos registros de mortalidade de abelhas indicaram uso dos produtos sem relação direta com o controle de pragas indicado para as lavouras, com suspeita de uso fora da lavoura, como por exemplo: criação de gado, abelhas visitando a área de alimentação de bovinos (em busca de água ou alimento), controle de carrapatos em região de criação de cavalos ou mesmo controle de formigas e cupins pelo apicultor, através da aplicação de produtos químicos – tanto nas caixas como no entorno do apiário. Já em 21 atendimentos, houve uma relação direta de aplicação incorreta de defensivos agrícolas nas lavouras. Entre as práticas de uso incorreto de defensivos agrícolas que estão entre as causas que podem provocar a perda de abelhas destacam-se: dosagens acima das recomendações indicadas em rótulo e bula; falta do cumprimento das exigências legais para a aplicação de defensivos agrícolas com vistas à proteção ao cultivo nas modalidades aprovadas (aérea ou terrestre); falta de formalização do pasto apícola; emprego incorreto da modalidade de aplicação sem a autorização ou registro de produtos para cultura agrícola.

A metade dos casos com resíduos químicos associados ao uso incorreto na lavoura tem a presença de inseticidas do grupo químico dos neonicotinoides (11 casos) com foco na cultura de cana-de-açúcar. Vale ressaltar também que são estes casos em que há relação com pulverização aérea: uma prática autorizada para este cultivo de acordo com as orientações de cada produto em suas bulas. Já 10 casos de uso incorreto na lavoura estão associados ao inseticida do grupo químico pirazol, sem relação com pulverização aérea, tratando-se de casos em cana, laranja, café e eucalipto.

Já os casos com suspeita de uso incorreto fora da lavoura tem a presença majoritária de inseticida do grupo químico pirazol, dentre eles um caso associado com fungicida do grupo químico triazol e outro com o inseticida do grupo químico organofosforado.

Os demais 11 atendimentos representam análises inconclusivas, uma vez que apesar de ter sido detectada mortalidade acima do normal, não foi possível concluir sobre os fatores causadores de perda das abelhas, em decorrência do estado de decomposição das abelhas mortas e do tempo transcorrido para análise nas abelhas.

Já entre os casos em que os resultados de resíduos foram negativos (29 casos), é possível considerar que algumas práticas apícolas podem estar também relacionadas a questão de enfraquecimento e aumento da suscetibilidade das abelhas, tais como a falta de alimentação suplementar (quase 70% dos casos); a falta de troca anual de rainha, como recomendado (quase 80% dos casos), o limite de caixas por apiário acima de 50 caixas como recomendado (quase 45% dos casos); a baixa frequência de visitação aos apiários, cuja recomendação mínima é semanal (quase 25%) e a instalação de apiários próximos a culturas, quando a recomendação é um limite com distância mínima de 50 metros fora das plantações e 20 metros para dentro da mata.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/colmeia-viva-divulga-resultado-de-iniciativa-de-pesquisa-175292

Sombreamento natural desenvolve abelhas mais rápido e melhora qualidade do mel

Abelhas precisam de sombra e água fresca. Estudo conduzido pela pesquisadora Maria Teresa Rêgo, da Embrapa Meio-Norte (PI), revelou que o sombreamento das colmeias e a presença de água nas proximidades favorecem o desenvolvimento das colônias e a qualidade do mel. Um dos resultados mais expressivos dessa pesquisa mostrou que o sombreamento natural, com árvores, ajudou na ampliação rápida da área de cria. Essa área corresponde ao favo, no qual as crias se desenvolvem. A melhor faixa de temperatura para o desenvolvimento delas é entre 30 e 35 graus Celsius.

“Em uma colônia, as operárias trabalham para manter essa faixa de temperatura ideal às crias, seja aquecendo o ninho, quando ocorrem temperaturas baixas, seja resfriando, no caso de temperaturas elevadas”, explica a cientista. Segundo ela, quanto mais a colônia de abelhas estiver exposta a temperaturas que se distanciam dessa faixa, maior será o trabalho das operárias para manter um clima ideal e estabelecer a termorregulação. O trabalho das operárias no aquecimento ou resfriamento do ninho afeta o desenvolvimento das colônias.

Imagem e Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/sombreamento-natural-desenvolve-abelhas-mais-rapido-e-melhora-qualidade-do-mel-173508

Morte de abelhas cresce no Brasil e preocupa

O aumento no relato de casos de morte de abelhas no Brasil tem colocado pesquisadores e apicultores em alerta, já que pode afetar a produção de mel e a polinização de diversas culturas.

Preservá-las não é importante somente pela manutenção da produção de mel, mas sobretudo da polinização, fundamental para uma série de culturas, como girassol, melão, café, morango, soja. “Isso representa US$ 6 bilhões por ano só no Brasil”, diz o biólogo. “É nossa principal preocupação”, diz o biólogo da Embrapa Amazônia Oriental e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), Cristiano Menezes.

Até dezembro do ano passado, a morte de 1 bilhão de abelhas havia sido notificada por meio de 300 ocorrências no aplicativo Bee Alert. Criado há três anos pelo fundador da Organização de Proteção às Abelhas – Bee or not to bee, Lionel Gonçalves, o aplicativo permite que os apicultores informem a morte de abelhas, o prejuízo estimado e a provável causa. “Esse número é subestimado. Neste ano, o número de casos deverá ser maior, temos recebido tantas ocorrências que não estamos dando conta de processar”, afirma Gonçalves.

O dado obtido no Brasil equivale a 20 mil colméias, das quais 87% são de abelhas do tipo apis melifera- abelha que produz mel – e 13% de abelhas sem ferrão (meliponiferas) e será atualizado em dois meses, quando uma tese de doutorado, orientada por Gonçalves, divulgará dados atualizados sobre a questão. O site do aplicativo indicava 309 casos registrados e 24,6 mil colmeias afetadas.

Produtores de 20 Estados notificaram casos por meio do aplicativo, mas, segundo o pesquisador, o maior número de casos ocorre em São Paulo. “É um Estado que tem uma grande quantidade de culturas e com um uso mais frequente de controle com agroquímicos”, explica. Ele aponta a pulverização aérea nas lavouras entre as prováveis causas da morte dos insetos. Desmatamentos e queimadas também estão entre as razões.

Menezes, alguns avanços já estão em curso para evitar a morte de abelhas no País. Em fevereiro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou a Instrução Normativa Nº 2, que determina a mudança nas regras de registro de agrotóxicos.

O texto prevê que, para que o registro seja concedido, os produtos passarão por uma análise para que seja identificado se eles causam riscos às abelhas. “A ideia é que os produtos sejam banidos isso se confirmar”, diz Menezes. “Mas não acredito que o problema esteja na pulverização em si, mas em fazer isso sem seguir as orientações”, salienta.

A Apis Flora, empresa que atua com produtos à base de mel e própolis, está desenvolvendo um estudo em parceria com a USP para gerar dados que permitam o fomento à polinização. “Nosso objetivo é que os produtores tenham capacitação e possam fazer um manejo agrícola adequado a partir dessas informações”, afirma a Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Andressa Berretta

De acordo com Gonçalves, o Brasil conta com aproximadamente 3 milhões de colônias de abelhas de 3 mil espécies de abelhas. Cada colméia tem em torno de 60 mil abelhas.

Gonçalves estima que a produção brasileira de mel supere as 50 mil toneladas por ano e o que o País tenha 300 mil produtores. No ano passado, o País exportou 24,2 mil toneladas e faturou US$ 92 milhões.

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/morte-de-abelhas-cresce-no-brasil-e-preocupa-165711

Perdas de abelhas ameaçam exportações de mel

Em todo o ano de 2016, as exportações chegaram a pouco mais de 24 mil toneladas, com um faturamento de 92 milhões de dólares. O maior importador foram os Estados Unidos. A informação é do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O mel é o mais importante produto apícola da pauta de exportação brasileira. De Norte a Sul do País, a produção de mel é uma atividade que se mantém firme. Em 2016, segundo o IBGE, o Brasil produziu quase 40 mil toneladas. Cinco estados ficaram no pelotão de frente: Rio Grande do Sul (6.283 toneladas), Paraná (5.992 toneladas), Minas Gerais (4.906 toneladas) e São Paulo (3.642 toneladas). O Piauí ficou em sétima posição com 3.048 toneladas.

Mas o desaparecimento das abelhas, fenômeno que ocorre hoje em todo o mundo, e que assusta cientistas e apicultores, pode mudar a posição de destaque do Brasil no ranking dos produtores e exportadores de mel. O pesquisador Bruno Souza, da Embrapa Meio-Norte, acha que o sinal de advertência está ligado e que a situação é preocupante para toda a cadeia apícola.

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/apicultura-2089/perdas-de-abelhas-ameacam-exportacoes-de-mel-164351

Apicultora tira fotos de sua gravidez coberta com 20 mil abelhas

Uma apicultora americana celebrou sua quarta gravidez tirando fotos coberta com 20 mil abelhas.

Emily Mueller, moradora do Estado de Ohio, contou que foi seu pai que a ensinou apicultura. Para ela, as abelhas representam a vida e a morte.

“As abelhas apareceram na minha vida quando perdi uma gravidez. Foi a segunda vez que isso aconteceu e est&aacutaacute;vamos tentando engravidar”, contou ao site “InsideEdition”. “Eu queria encontrar uma saída para toda a emoção que enfrentei. Foi quando tudo parecia se encaixar para mim. Quando as abelhas surgiram na minha vida”.

Mueller, 33 anos, chamou um amigo fotógrafo para registrá-la coberta com as abelhas. As fotos fizeram muito sucesso nas redes sociais, com mais de 2 milhões de visualizações.

Claro que muita gente criticou Mueller, mas a apicultora contou que consultou três médicos diferentes antes de fazer o ensaio fotográfico. Mesmo assim, ela diz que não teme estar coberta com abelhas, já que sabe exatamente como seu corpo responde às ferroadas.

Inclusive durante as fotos, ela levou três ferroadas quando, sem querer, se sentou sobre uma abelha.

Mueller espera que suas fotos sirvam para divulgar a importância das abelhas que produzem mel.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2017/09/04/apicultora-tira-fotos-de-sua-gravidez-coberta-com-20-mil-abelhas.htm

App brasileiro para proteger abelhas

Alunos brasileiros ficaram entre os melhores na competição Space Apps Challenge – Hackathon, promovida pela Nasa.

A ideia era que os grupos participantes ajudassem na resolução de problemas globais. Os brasileiros, que são da Universidade Impacta, de São Paulo, criaram um aplicativo para proteção de abelhas, que são importantes na polinização e manutenção da flora.

Segundo Julio Cesar dos Santos o problema é que ao se desesperarem com as “invasoras”, as pessoas acabam tentando espantá-las da forma errada, o que é muito prejudicial e pode resultar na morte de grande parte da colmeia.

O aplicativo, chamado de BeeBox, tem o intuito de realocar as abelhas com ajuda de ONGs.

“A pessoa deve tirar uma foto da colmeia. Com isso, o app identifica a espécie do inseto por reconhecimento de imagem. A partir de outras informações captadas pelo celular, como a localização, ele a relaciona o local que a pessoa está com outro próximo que tenha um clima parecido, no qual as abelhas possam viver bem”, explica Julio Cesar.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2017/08/14/app-brasileiro-para-proteger-abelhas-e-destaque-na-nasa/